estirado no asfalto, sendo filmado
Abandonei a espera compulsória, rasguei os códigos previstos. Matei o herói, o arranquei de dentro de mim. Errei? Repito sem pressa, sem espera sem messias. Agir agindo. Alterar comportamentos pré-estabelecidos, mudar as regras, furar a bola e acabar com o jogo. A aposta é erro até ser acerto. Neguei o cansaço ele me engoliu. Achei que a tentativa fosse coletiva. Agora é jogo do bicho? Me ferrei com o veado. Na linha troncha que separa o coerente do confuso, a verdade da mentira, quem cria os parâmetros? Eu? Nós? Os taps do Grindr? Os storys do Insta? Ou o tempo de conversa no Zap? Atravessar a linha, matar a regra, implodir o combinado, tacar fogo no acordo. Se tudo é volúvel e o instinto é quem manda, o que resta? Me afobei, saí na contramão amassei o carro. Corri na terapia mas não tinha doutor, o dinheiro zerou o valor as contas pararam de render. E agora? Vou precisar achar uma jazida? Voltar no tempo? Estabelecer o comércio pel...