serra do cipó
Na beira do lago um paredão. A serra, o rio, o silêncio profundo a ausência humana. Escuto um som, ruído longínquo olho para o alto, identifico mais um avião seguindo ao norte. A poeira do forró ficou impregnada no nariz. O candombe do açude aqueceu o corpo. O quentão afastou o frio e a lua no breu iluminou a estrada, quilombo em festa. Enrolei no Cipó, fiquei mexido outra vez.