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Mostrando postagens de agosto, 2026

serra do cipó

Na beira do lago  um paredão. A serra, o rio,  o silêncio profundo  a ausência humana. Escuto um som,  ruído longínquo olho para o alto, identifico mais um avião seguindo ao norte. A poeira do forró  ficou impregnada no nariz. O candombe do açude aqueceu o corpo. O quentão afastou o frio e a lua no breu iluminou a estrada, quilombo em festa. Enrolei no Cipó, fiquei mexido outra vez.