O museu, que também é galeria com suas luzes acesas iluminou diferente no centro agitado de uma terça-feira. De pós academia, acertei no caminho. Encontrei uma vernissage. De short tactel e camiseta, mal percebi o único dress code possível em meio a rotina. As bichas estavam lá, meio pavão, meio galinha da angola, na porta todas fumando tipo cruela no mais clichê filme Disney. Outra acabou de entrar, de casaco em pleno abril, 24 graus. Na recepção, o porteiro programado pergunta: Qual exposição? Gostaria de dizer: Na com coxinha e cerveja. Ele com a cara de dúvida pensando que eu, ali, não era do meio, com suas olheiras o indigesto entendeu, e resolveu pôr fim ao constrangimento. No primeiro piso, saxofone, todos de preto uns salgadinhos gelado, o frango da empadinha estava bem temperado mas tudo gelado, de menos o ar condicionado. As madames não paravam de chegar em contraste com as artistas essas sim, autênticas, ...
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