calma vida
Outro verão,
de novo.
Salvador densa,
ofegante.
Brotas,
Federação,
Preguiça,
2 de julho,
Passeio público,
Ondina,
Barra,
Pelô,
Santo Antônio,
Saúde,
Campo Grande,
a lancha,
a festa,
o Bonfim.
Calma vida,
calma.
O grito da criança,
o frango na areia,
o queijo com goiabada,
o pastel,
o quiabo na feira.
As três opções de suco: umbu, cajá e cupuaçu.
A beleza da negrura constante
nas coisas.
Da igreja escuto ijexá,
na praça vejo beatas e baianas,
na barraca de acarajé finalizei minha busca.
O sagrado profanado,
O profano com cadência.
O dengo,
o molejo,
a maresia.
O sal no corpo grudou,
a vontade de retorno bateu.
Sempre tem algo que fica.
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